15 de dezembro de 2017
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Chiquinho Sorvetes 01
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Greve dos bancários continua

PUBLICADO DIA: 20/09/2016
POR: Portal Juranda
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A greve dos bancários no Paraná, que começou no dia 6 de setembro, completa 15 dias nesta terça-feira (20) sem avanço nas negociações. Nestas duas semanas, 791 agências e dez centros administrativos fecharam em todo o estado e mais de 19 mil trabalhadores estão de braços cruzados para exigir a reposição da inflação e mais 5% de aumento real nos salários.

A última proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentada ao Comando Nacional dos Bancários, no dia 13 de setembro, e que foi recusada pela categoria, foi um reajuste de 7% nos salários e demais benefícios, mais abono de R$ 3.300. Desde o início da paralisação, já ocorreram oito rodadas de negociação.

De acordo com o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, na sexta-feira (16) os bancos lançaram uma ofensiva com práticas antissindicais pressionando os funcionários a voltar ao trabalho.

“Os funcionários não suportam mais a intransigência, a ganância e a desvalorização do quadro. Para aqueles que ainda não aderiam à greve, o momento de lutar pelos nossos direitos é agora. Estamos numa correlação de força. Os banqueiros querem vencer a categoria pelo cansaço, então temos que aumentar a paralisação. Os bancos nunca ofertaram nada de boa vontade, tudo que foi conquistado para os bancários, ao longo dos anos, foi por meio de greve”, diz o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região e membro do Comando Nacional, Elias Jordão.

A greve não prejudicou o atendimento nos caixas eletrônicos das agências, mas aumentou o atendimento nas casas lotéricas em até 40%, segundo o Sindicato dos Empresários Lotéricos do Paraná (Sinlopar). Com isso, as filas são inevitáveis.

Consumidor
A orientação do Procon-PR é para que os consumidores busquem meios alternativos como casas lotéricas, correspondentes bancários como farmácias e supermercados, caixas eletrônicos, internet e aplicativos de celular, e até mesmo o próprio fornecedor, para efetuar os pagamentos e evitar o acréscimo de juros e multas nas contas.

No ano passado, a greve da categoria durou 20 dias.

(do G1)

 

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